
O que eu achei do segundo livro da trilogia Cinquenta tons? Esse segundo livro, foi mais conflitante que o segundo, foi melhor - menos pior- . Teve mais ação, mais sexo, mais histórias sendo reveladas. Enfim, vamos então.
Esse segundo livro começa contando a história da Ana no seu emprego novo numa editora em Seattle e ainda separada do Grey, como terminou no primeiro livro. Até que os dois vão juntos à uma exposição - do amigo apaixonado da Ana - e nessa exposição, eles meio que começam a voltar a ficar juntos e para a surpresa de Ana e de Christian, José tirou várias fotos espontâneas de Ana, que mostraram um lado brincalhona, leve e livre de Ana que Grey por sua vez não conhecia, e como ele estava tentando recomeçar, por que não queria perder Ana, ele opta por querer aquela Ana, a descontraída, a leve, a feliz.
Só que agora que estão juntos novamente, não será tão fácil. Um "problema" que Christian disse ter tido no primeiro livro, foi ter se desfecho no segundo. Uma de suas ex-submissas, está completamente deprimida e agora com um porte de arma e atrás do casal mais recente de Seattle.
A Mr.Robinson que é a amiga pedófila - risos - da mãe do Grey, que levou ele pra esse caminho da BDSM, - e que hoje em dia é sócia em um dos negócios de Grey - começa a meio que perseguir a Ana, pra que possam conversar e que ela possa tirar a má-impressão que Ana tem a seu respeito. Contudo, Ana nega veementemente e isso cria uma "raiva" em Grey, por essa perseguição de Elena - Mr. Robinson - por Ana.
No meio de tudo isso, ainda tinha um chefe canalha, filho de uma mãe que dava em cima de todas as suas secretárias e que tenta passar dos limites com nossa querida sonsinha, ops.. digo, mocinha. Só que não com a namorada do Grey, não é mesmo? Um cara como ele, controlador, possessivo, não permite nem sequer que outro cara pense em algo (alguém?) que lhe pertence.
Uma festa granfina na casa dos granfinos, um leilão, uma conversa com o psicólogo/terapeuta/psiquiatra - Dr. Flyn - um aniversário, alguns presentes, um pedido de casamento, um anúncio de noivado, uma ex-pedófila muito brava, uma mãe que descobre que seu filho e sua amiga tiveram um affair quando ele ainda era um little boy, enfim fatos que deixaram esse segundo livro, menos chato que o primeiro.
A autora continua com o mesmo perfil de escrita, o que eu já sabia que prosseguiria, mais porém não é algo que eu goste tanto. As revisões nesse livro, bom, acho que elas não foram feitas, por que esse livro conseguiu mais erros que o primeiro. São quase 500 páginas de encheção de linguiça que poderiam ser resumidas ou melhor aproveitadas.
Li um trecho de uma resenha no blog Pra quem gosta de ler, sobre o 50 tons de liberdade - o 3º livro da trilogia e depois que li esse pedaço falei assim "Nossa, concordo, em gênero, número e grau, com o que eu li até agora!".
" Mas é compreensível o sucesso de vendas desses livros, pois não passa de um conto de fadas moderno, e contos de fadas são contados e recontados a séculos; a principal diferença é que neste existe sexo, mas inda têm o “príncipe encantado” que faz qualquer mulher suspirar.
Está bem eu confesso: também quis um Christian Grey pra mim, mas qual a mulher que não quer? O cara é lindo, podre de rico, um deus do sexo e ainda é fiel! Lógico que alguém assim não existe, e caso existisse, será mesmo que alguém como ele iria se apaixonar por uma mulher tão tapada quanto a Anastacia? Não é inveja da minha parte não, ela é uma ameba; eu gosto de personagens inteligentes, determinadas, personagens que agem não que apenas assistem a vida passar e ficam felizes com o que a vida determina para eles.
As vezes não me sinto a vontade de falar o realmente acho dessa história, pois vejo leitoras empolgadíssimas devorando os livros, parece que é um crime dizer que é ruim, é mal escrito, é previsível e pobre. É literalmente um “Best Seller”, pois vai vender muito, as pessoas vão comprar sem se importar com a qualidade, pois está na moda."
E depois de ler isso e ler uma entrevista com a autora, - que tirou a ideia do livro de uma fanfic da saga crepúsculo - percebe-se que ela tirou toda a parte vampiresca, lobos e todas essas coisas e adicionou sexo. Misturou daqui, misturou dali. Pluft, surgiu os 50 tons.
Da mesma forma que quando a saga crepúsculo surgiu e lançou um bombardeio de livros, séries e todas aquelas coisas de vampiros pós-saga. PREPAREM-SE! Esse é o mesmo nível de história e com ela também virá muitas novas histórias de sexo, séries e toda essa bagagem que trás essas "modices". Mas que mal tem, não é mesmo?
As editoras querem vender, as pessoas querem histórias fáceis sem ter muito no que pensar, as editoras trazem até elas, as pessoas compram! O cliclo pós-50 tons - assim que sair o filme que já está em negociação - será idêntico ao que foi inspirado. Um estouro de vendas, um sucesso! - só que não, rs.
Bom, agora eu ainda tenho muitos livros pra ler, mais logo logo eu leio o último livro da saga... ops, da trilogia 50 tons e corro aqui pra contar pra vocês.
E a mesma coisa que disse no primeiro eu digo no segundo, me desculpa se essa não é a opinião de vocês, mais é a minha e a liberdade de expressão tá ai pra isso né. Se você não concorda mostra sua opinião aí, faz uma resenha também eu vou ter prazer em ler e ver outras opiniões.
Beijnhos e boa leitura
Thais Carvalho
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